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terça-feira, 30 de julho de 2013

Há momentos difíceis nos grupos de louvor da igreja. Às vezes parece que vai tudo se acabar, que seremos decepcionados e que não temos chamada para aquilo. Se Deus nos chamou Ele se responsabiliza, mas deve sempre partir de nós a motivação própria e a incansável busca em saber liderar bem.
Por isso tentamos resumir aqui tudo o que você precisa para ser um líder eficaz. Mostraremos coisas simples, objetivas que fornece conselhos úteis para todos nós que desejamos vencer, alcançar o sucesso pessoal, profissional e até mesmo sucesso no nosso grupo de louvor.

Por:  Luiz Almeida Marins Filho, Ph.D. – Anthropos Consulting
Adaptação: Asafe Mus/Portal do Louvor

1. Disposição para tentar o que não foi tentado antes

Nenhum componente de grupo deseja ser guiado por um líder a quem falte coragem e autoconfiança. É o estilo de liderança positiva aquele que ousa nas tarefas e se vale deoportunidade não tentadas anteriormente.
Um líder de louvor bem sucedido agirá mesmo com um período difícil ou que seus componentes, músicos e a própria direção estiverem sob o efeito do desânimo.  Tal líder sabe que se arrisca a tornar-se impopular. Contudo, ao liderar pelo exemplo, manterá a motivação da equipe.

2. Auto motivação

O líder de louvor que não consegue se auto-motivar não tem a menor chance de ser capaz de motivar os outros.

3. Uma percepção aguda do que é justo

Esta é uma grande qualidade de um líder eficaz e a fim de ter o respeito do grupo, o líder deve ser sensível ao que é direito e justo. O estilo de liderança segundo o qual todos são tratados de forma justa e igual sempre cria uma sensação de segurança. Isso é extremamente construtivo e um grande fator de nivelamento.

4. Planos definidos

O líder motivado sempre tem objetivos claros e definidos e planejou a realização de seus objetivos. Ele planeja o trabalho e depois trabalha o seu plano coma participação de seus subordinados. Simples ideias de como cantar, colocar mais músicas novas no repertório, trazer uma pessoa apta para falar sobre voz, tecnicas, etc., são exemplos de planos e que deixa uma sensação de segurança para todos os componentes do grupo

5. Perseverança nas decisões

líder de louvor que vacila no processo decisório mostra que não está certo de si mesmo, ao passo que um líder eficaz decide depois de ter feito suficientes considerações preliminares sobre o problema. Ele considera mesmo a possibilidade de a decisão que está sendo tomada vir a se revelar errada.
Muitas pessoas que tomam decisões erram algumas vezes. Entretanto, isto não diminui o respeito que os seguidores têm por elas. Sejamos realistas: um líder pode tomar decisões certas, mas um líder eficaz decide e mostra sua convicção e crença na decisão ao manter-se fiel a ela, sabendo, no entanto, reconhecer quando erra. Assim, seu pessoal tem força para sustentar aquela decisão junto com o líder.

6. O Hábito de fazer mais do que aquilo que lhe foi imposto

Um dos ônus da liderança é a disposição para fazer mais do que é exigido do pessoal. O líder que chega sempre antes dos componentes dos componentes nos ensaios ou nas apresentações e que deixa o ambiente depois deles é um exemplo deste atributo de liderança. Não adianta cobrar de seus liderados se você mesmo não cumpre o a sua função como deveria. Quando for fazer, faça sempre mais do que é preciso ser feito.

7. Uma personalidade positiva

As pessoas respeitam tal qualidade. Ela inspira confiança e também constrói e mantém uma equipe com entusiasmo.

8. Empatia

O líder de sucesso deve possuir a capacidade de colocar-se no lugar de seu pessoal, de ser capaz de ver o mundo pelo lado das outras pessoas. Ele não precisa concordar com essa visão, mas deve ser capaz de entender como as pessoas se sentem e compreender seus pontos de vista.

9. Domínio dos detalhes

O líder bem sucedido entende e executa cada detalhe do seu trabalho e, é evidente, dispõe de conhecimento e habilidade para dominar as responsabilidades inerentes à sua posição.

10. Disposição para assumir plena responsabilidade

Outros ônus da liderança é assumir responsabilidade pelos erros de seus seguidores. Caso um subalterno cometa um erro, talvez por incompetência, o líder deve considerar que foi ele quem falhou. Se o líder tentar mudar a direção dessa responsabilidade, não continuará liderando e dará insegurança a seus seguidores. O clichê do líder é: “A responsabilidade é minha“.

11. Duplicação

O líder de sucesso está sempre procurando maneiras de espelhar suas habilidades em outras pessoas. Dessa forma ele faz os outros evoluírem e é capaz de “estar em muitos lugares diferentes ao mesmo tempo”.
Talvez este seja um dos maiores atributos de um líder: ser capaz de desenvolver outros lideres. Pode-se julgar um líder pelo número de pessoas em que ele refletiu os seus talentos e fez evoluir. Sabemos que nem sempre é possível, mas um maestro de um coral, por exemplo, deve fazer força para criar substitutos. Até mesmo deve motivar aos seus músicos criar novos instrumentistas.

12. Uma profunda crença em seus princípios

A expressão “A menos que batalhemos por alguma causa, nos deixaremos levar por qualquer causa” resume bem a importância de ter-se uma causa pela qual valha a pena viver e trabalhar. Nada cuja aquisição tenha valor é muito fácil. Trabalhe no seu grupo de louvor como uma forma de agradecer a Deus pela sua salvação. Cada esforço será compensado por Deus.
 O líder de sucesso tem a determinação de atingir objetivos não importando os obstáculos que surjam pelo caminho. Ele acredita no que está fazendo com a determinação de batalhar por sua realização.  Mantenha-se em Perseverança, santidade e Amor.
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor. I Co 15:58
Minha sugestão é a de que você leia uma, duas ou três vezes cada um desses atributos e medite cada um deles à luz de sua própria realidade como um profissional que tem a função de gerenciar, comandar, liderar pessoas. Detenha-se sobre cada um dos atributos e dê a você mesmo uma nota de zero a 10 em cada um deles, fazendo um propósito de auto–aperfeiçoamento. Repita essa auto-avaliação semanalmente.

Por Pr. Alessandro Rodrigues
Hoje quero comentar sobre música, um assunto muito importante e que diz respeito não só aos que são músicos cristãos, mas também aos pastores e líderes. Sou músico e durante minha jornada no evangelho tenho visto muitos músicos serem roubados em seus ministérios por falta de ensino sobre o assunto nas igrejas e também por rebeldia ao que a Bíblia diz a respeito.
Se você é músico, ou tem alguma ligação direta ou indireta com esse ministério, preste atenção, pois Deus tem grandes bênçãos pra você. Abra seus ouvidos espirituais para ouvir o que Deus tem a lhe dizer. Gostaria de destacar que nesse artigo não vou comentar sobre estilo musical, talvez eu escreva um outro texto sobre isso. Agora quero falar sobre consagração e inspiração.
A música tem grande poder de tocar a alma das pessoas e influenciá-las. Através (independente de gênero musical) da música é possível mudar o estado de espírito das pessoas, para o bem ou para o mal, e disso ninguém discorda.
A Bíblia tem um belo exemplo sobre o poder de influencia e libertação por meio da música. Em 1 Samuel 16:14-23 a Bíblia relata que Davi tocava sua harpa e o rei Saul era liberto de demônios. O povo de Israel tocavam instrumentos musicais em louvor a Deus quando ofereciam sacrifícios – 2 Crônicas 29.
Um erro que vejo a maioria esmagadora dos músicos cristãos cometerem é sobre fonte de inspiração. Eu já conheci diversos músicos no mundo que para receber inspiração para compor letras e fazer harmonias e melodias, passavam vários e vários dias em consagração aos demônios. Isso é uma realidade e não tem como dizer que não é verdade. Conheço varias bandas que declaram abertamente que são do diabo e que suas musicas são inspirações demoníacas. Agora eu pergunto: se o diabo pode dar “boas musicas” para seus discípulos, Deus não pode fazer o mesmo, ou infinitamente melhor?
O grande e principal equivoco que os músicos cristãos cometem, diz respeito à consagração. Muitos músicos cristãos buscam inspiração em bandas seculares e isso é um absurdo. O pior, acham que colocando uma letra cristã bonita em uma harmonia inspirada em bandas seculares irão tocar vidas e salvar almas. Engano!
Queridos músicos cristãos, acordem! Nós servimos o Deus criador da música. Não precisamos beber em outra fonte para receber inspiração. Não adianta tocar muito (tecnicamente) e não tocar o coração de Deus. Deus não se deixa escarnecer! Veja bem, não estou dizendo que você não precisa estudar ou se aperfeiçoar, pelo contrario. Você deve estudar sim, mas acima disso você deve dedicar tempo para ouvir a Deus. Ninguém pode falar daquilo que não conhece, sendo assim, para falar de Deus você precisa conhecê-lo.
Fico triste quando vejo bandas e cantores, que se dizem cristãos, copiando descaradamente ou se inspirando em bandas seculares. Isso é inadmissível. Deus não está nesse negócio. Músicos, pastores, líderes, acordem!
Nós não precisamos ouvir música secular para ter “bagagem”. Não precisamos de qualquer outra inspiração que não venha de Deus. Esse negócio de precisar de inspiração secular é atalho usado por quem não quer dedicar tempo para ouvir a Deus e receber o melhor que Ele tem. O caminho curto está te conduzindo à perdição. Não dedique seu talento para servir ao mundo.
Muitos músicos abandonaram e estão abandonando as igrejas para tocar no mundo porque precisam se sustentar financeiramente. Isso é roubo do diabo. Músico, fique firme em Deus e Ele vai te honrar. Pastores, músico também é gente e precisa ter um salário.
Quero escrever mais sobre esse assunto aqui no site. A Igreja de Cristo tem sido roubada na musicalidade e poucos estão se importando com isso. Minha oração é para que o Senhor Deus abra os olhos dos músicos e pastores, assim como abriu os meus.

Por Renato Vargens
As redes sociais quando utilizadas da forma certa são bênçãos de Deus. Através delas conhecemos pessoas, fazemos amigos, e interagimos uns com os outros. No entanto, as redes sociais quando utilizadas de forma errada contribuem para o enburrecimento do individuo. Além disso as redes sociais nos fazem sair de guetos levando-nos a um mundo bem absolutamente diferente do nosso. Nessa perspectiva, jovens e adolecentes tem se deixado influenciar por conceitos extremamente antibíblicos onde o que importa não é a glória de Deus, mas sim a satisfação pessoal.Há pouco testemunhei tanto no twitter como no Facebook, jovens cristãos afirmando: “Eu quero tchu”Veja abaixo por favor a letra dessa famigerada canção:“Eu quero tchu, eu quero tchaEu quero tchu tcha tcha tchu tchu tchaTchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)Cheguei na balada, doidinho pra biritar,A galera tá no clima, todo mundo quer dançar,O Neymar me chamou, e disse “faz um tchu tcha tcha”,Perguntei o que é isso, ele disse ” vou te ensinar”.É uma dança sensual, em goiânia já pegou,Em minas explodiu, em Santos já bombou,No nordeste as mina faz, no verão vai pegar,Então faz o tchu tcha tcha, o Brasil inteiro vai cantar.
Com João Lucas e Marcelo,
Eu quero tchu, eu quero tchaEu quero tchu tcha tcha tchu tchu tchaTchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)
Cheguei na balada, doidinho pra biritar,A galera tá no clima, todo mundo quer dançar,Uma mina me chamou, e disse “faz um tchu tcha tcha”,Perguntei o que é isso, ela disse ” eu vou te ensinar”.É uma dança sensual, em Goiânia já pegou,Em Minas explodiu, em Tocantins já bombou,No nordeste as mina faz, no verão vai pegar,Então faz o tchu tcha tcha, o Brasil inteiro vai cantar.
Com João Lucas e Marcelo,
Eu quero tchu, eu quero tchaEu quero tchu tcha tcha tchu tchu tchaTchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)
Eu quero tchu, eu quero tchaEu quero tchu tcha tcha tchu tchu tchaTchu tcha tcha tchu tchu tcha (2x)”Caro leitor, será que foi isso mesmo que li?  Cheguei na balada doidinho para biritar? É uma dança sensual? Eu quero tchu eu quero tchá?Quando ouvi a canção acima fique profundamente preocupado com os rumos desta geração. Sou obrigado a confessar que tenho andado assustado com o incentivo à promiscuidade e sensualidade em nosso país. Compartilho também a minha aflição com o nível de devocionalidade e compromisso cristão de nossos jovens. Infelizmente, essa geração em nome de uma pseudoliberdade vem ao longo dos anos procurando compor no mesmo projeto de vida, Deus e imoralidade. E para piorar, em nome de uma espiritualidade barata, a graça de Deus tem sido relativizada em detrimento de uma vida promiscua e irresponsável.Do jeito que a coisa anda daqui a pouco ouviremos a versão gospel do Quero tchu eu quero tchá!Pois é, nossos jovens precisam URGENTEMENTE abrir os olhos. Isto porque, da mesma forma que não dá para misturar óleo e água no mesmo recipiente, não nos é possível, fazer parte da geração tchu, tchu, tchá tchá ou da geração dos comprometidos com Deus. Ou somos de Deus, e vivemos uma vida santa e separada por ele, ou não somos dele. Vale a pena dizer que na perspectiva do reino não existe possibilidade do meio termo.Amados, seguir a Jesus é o melhor e mais fascinante projeto de vida. Fazer parte da Santa geração é tudo de bom. Deixe pra lá os valores da geração adoecida espiritualmente e desfrute de momentos harmônicos, plenos e saudáveis na presença do Senhor.Soli Deo Gloria!Pr. Renato Vargens

a equipe precisa de estar com você em outros lugares extra ensaios na igreja:
Piqueniques
Leve-os para a sorveteria ecomprar-lhes 1 tigela de sorvete
Joguem vôlei juntos
2. Provavelmente há alguém em sua equipe que precisa dar um tempo do ministério. (para reforçar o seu crescimento erelacionamento pessoal com Senhor.)
11 dicas para líder e equipes de louvor3. Você é uma influência maior do que você provavelmente imagina. A equipe (especialmente os membros mais jovens) vai pegar e imitar suas atitudes e opiniões sobre a Igreja, sobre seus líderes, sobre outros ministérios, etc
4. Você pode ser um excelente recurso para sua equipe ajudando-os a crescer na fé. Dê a eles artigos para ler, recomende bons livros e deixe-os por dentro de seminários e retiros, etc
5. Sua equipe precisa rir! O riso é um bom remédio e aproxima as pessoas.
6. Crescimento é contagioso! Saliente e afirme o crescimento musical e espiritual que você vê em indivíduos da equipe. Outros vão ouvir e alguns vão seguir o mesmo caminho (aulas, comprarão melhores equipamentos, mergulharão mais fundo, haverá crescimento na oração, etc.)
7. Muitos de sua equipe podem estar prontos para ensinar e treinar outros. Promova a conexão entre os membros mais experientes com os novos baixistas, tecladistas, vocalistas etc. Ele pode fazer uma enorme diferença na vida dos jovens e das crianças bem como adultos.
8. Você provavelmente tem um futuro líder de louvor e adoração em sua equipe agora.
9. Um ou dois membros de sua equipe tem boas ideias sobre como ajudar a conduzir o ministério de louvor para o próximo nível (mas eles não irão compartilhar a se você não perguntar).
10. Não há substituto para o cuidado e incentivo. Tenha certeza que sua equipe sabe que você os valoriza e aprecia.
11. Seja totalmente transparente com sua equipe. Confesse suas falhas (que eles sabem de qualquer maneira!). Esta atitude irá estimular uma maior abertura e vulnerabilidade na equipe e vai criar oportunidades para um ministrar ao outro. Somente pelo Espírito.
Terry Butler é pastor, ministro de louvor e compositor da Vineyard Music.

30 Erros que o Ministro de Louvor Não Pode Cometer

30 Erros que o ministro de louvor não pode cometer:

1. Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração

  • Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).

A) Aspecto espiritual

  • É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
  • Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
  • Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.

B) Aspecto musical

  • É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
  • Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
  • É necessária concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
  • Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
  • Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.

2. Nunca preparar a ministração

  • Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
  • Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
  • Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
  • Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!

3. Atrasar nos compromissos sem dar satisfação

  • O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
  • Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.

4. Não aceitar as críticas

  • Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
  • Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta de ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.

5. Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor

  • Não seja “juiz” das pessoas.
  • Mostre a graça de Deus e o amor.
  • Não seja grosseiro e indelicado.
  • Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
  • Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
  • Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
  • Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.

6. Utilizar o púlpito para desabafar

  • Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
  • Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).

7. Gritaria

  • Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.

8. Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).

  • Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
  • Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.

9. Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado

  • Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
  • Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.

10. Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração

  • Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
  • Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
  • Evite deixar “branco” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.

11. Contar histórias ou piadas fora de hora

  • Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
  • Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.

12. Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção

  • É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.
  • É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
  • Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
  • Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.

13. Exagerar nos improvisos

  • A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
  • Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!
  • Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
  • Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
  • Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu CD solo.
  • Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
  • Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.

14. Não ter expressão durante a ministração dos cânticos

  • Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
  • A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.

15. Comunicação inadequada ao tipo de público

  • Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
  • Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.

16. Vestimenta inadequada

  • Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
  • Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
  • Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.

17. Cantar cânticos com o qual não está familiarizado

  • Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
  • Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.

18. Cantar fora da tessitura vocal

  • A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
  • Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
  • O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.

19. Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião

  • Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc.; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um CD, por exemplo.
  • Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.

20. Cantar muitas músicas num período curto de ministração

  • Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
  • Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
  • Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.

21. Ensinar muitas canções num período de ministração

  • Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
  • Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.

22. Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações

  • A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
  • Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.

23. Cantar canções sem a direção do Espírito Santo

  • É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
  • Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.

24. Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados

  • Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
  • Cantemos cânticos teologicamente corretos
  • Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.

25. Imitar outros ministros

  • Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
  • Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
  • Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
  • Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
  • É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleginha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)

26. Deixar o auditório em pé por muito tempo

  • Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
  • Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.

27. Deixar de participar de outros momentos do culto

  • Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
  • Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!

28. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som

  • É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
  • Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
  • Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
  • Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
  • Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
  • Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
  • Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
  • Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.

29. Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança

  • Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
  • Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
  • Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
  • Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.

30. Atuar no ministério por obrigação e sem alegria

  • Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
  • Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
  • O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).
  • Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
“Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso.”  II Cr 29:11

*Escrito pelo ministro de louvor Ronaldo Bezerra para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.

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